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703 Policiais Militares serão indiciados por crime de revolta

Além dos PMs, os familiares também serão responsabilizados, de acordo com o Ministério Público Federal
O governo do Estado e comando da Polícia Militar vão punir 703 PMs que descumpriram ordem superior e não estão indo para as ruas fazer o policiamento. Segundo o comandante, coronel Nylton Rodrigues, todos são praças (cabos, soldados e sargentos) indiciados por crime de revolta. Desses, 327 foram indiciados nesta quinta, e outros 376, hoje. Eles vão ter as férias e os pontos cortados e podem pegar até 20 anos de prisão.
"Quando ocorre uma ação de desobediência, o policial militar passa a cometer uma transgressão grave e um crime militar por desobediência. Quando essa desobediência evolui para motim (reclusão no quartel estando desarmado), quer dizer que, além da desobediência, esse policial também responderá por motim, crime previsto por pena de 4 a 8 anos de prisão. Esse crime de motim também evolui para revolta, quando um grupo se isola num quartel, armado. Esse crime de revolta tem previsto de 8 a 20 anos de prisão", explicou o comandante.
O comandante da PM complementou, ainda, que "eles responderão ao inquérito interdisciplinar militar, que será repassado ao Ministério Público, que poderá oferecer denúncia na Justiça. Eles vão ter ponto cortado, não vão receber as férias e podem ser presos", destacou o coronel Nylton.
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