Câncer tem cura. Previna-se

Amigos da Água: mais de cem nascentes já receberam materiais para proteção


Fotos: SEMAG

Está na reta final a primeira fase do projeto Amigos da Água, que pretende recuperar 150 nascentes degradadas em Aracruz até junho deste ano. Segundo a Secretaria de Agricultura (SEMAG), 117 nascentes já receberam os materiais necessários para o cercamento de cabeceiras d’água, localizadas em propriedades rurais e aldeias indígenas do município.  
Foram entregues, ao todo, 9.474 estacas de eucalipto tratado, além de 173 rolos de arame de 500m e também mais de 100 quilos de grampo. Cerca de 40 propriedades rurais de diversas regiões do município receberam estes materiais e realizam agora o trabalho de construção das cercas no entorno das áreas onde estão localizadas as nascentes.
Cinco aldeias indígenas terão nascentes protegidas
Além das cinqüenta e cinco propriedades rurais que terão nascentes protegidas até o fim desta fase do projeto, cinco aldeias indígenas das etnias Tupiniquim e Guarani vão receber materiais para isolamento do local onde se inicia o percurso da água. Para a comunidade tradicional de Caieiras Velhas já foram levados 1.170 estacas, 12 quilos de grampo e oito rolos de arame. Já a aldeia de Areal recebeu 1.843 estacas de eucalipto, 22 quilos de grampo e trinta e seis rolos de arame.  
De acordo com a SEMAG, boa parte das nascentes do município se encontra em situações inadequadas e estão localizadas em áreas de pecuária sem a devida proteção, favorecendo o pisoteamento de animais, o que intensifica ainda mais a erosão do solo. O cercamento será importante para manter a cabeceira isolada e protegida de fatores que favorecem o assoreamento. A expectativa é que com o tempo a água volte a nascer principalmente de nascentes que estão secas.
Idealizado pela Secretaria Municipal de Agricultura, o projeto de recuperação de nascentes é uma das ações desenvolvidas através do programa Amigos da Água, financiado pela Fundação Banco do Brasil e intermediado através de uma parceria entre o Instituto Peroá e coordenado pela Forest Meio Ambiente.
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