18º Festivalzinho de cinema de Vitória vai exibir 12 filmes para crianças e adolescentes






Festival inicia hoje com uma seleção de 12 filmes


Mostra que integra o 24º Festival de Cinema de Vitória acontece entre os dias 11 e 13 de setembro, com sessões às 9h e às 14h, no Teatro Carlos Gomes

O Festivalzinho de Cinema chega à maioridade no 24º Festival de Cinema de Vitória. Completando 18 edições neste ano, esse espaço dedicado aos pequenos espectadores vai exibir uma seleção de 12 filmes voltados para os pequenos espectadores, entre os dias 11 e 13 de setembro, no Teatro Carlos Gomes. As sessões acontecem às 9h e às 14h, com entrada gratuita.
Obras de oito Estados – Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Goiás e Paraná – integram a mostra. Ao final das sessões, o público vai eleger seu filme favorito, e o mais votado vai ganhar o Troféu Vitória (Júri Popular).
Desde 2000, o Festivalzinho ajuda a formar plateias e a desenvolver a sensibilidade para as artes, muitas vezes promovendo o primeiro contato com o cinema. Ao longo de suas edições, a mostra já contabiliza mais de 160 sessões para um público de 48 mil crianças e adolescentes.
A mostra também serve como importante ferramenta educacional, como destaca a curadora da mostra, Rosemeri Barbosa. “O Festivalzinho é uma oportunidade de os estudantes terem contato com filmes vindos de diversas partes do Brasil, o que contribui para ampliar o repertório desse público. Assim, a sessão de cinema é um momento de diversão e também um instrumento no processo educativo”, afirma.
Colaboradora voluntária do Festival de Cinema de Vitória desde 1998, Rosemeri Barbosa já participou de vários projetos na área audiovisual, como o Estúdio Aberto Anima Mundi, o Festival de Jovens Realizadores do Mercosul, o Cine Itinerante e o Projeto Animação. Interessada em projetos de cinema de Animação, assumiu a curadoria do Festivalzinho em 2011.
Uma realização da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte (IBCA), o 24º Festival de Cinema de Vitória acontecerá entre os dias 11 e 16 de setembro e conta com o patrocínio do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, e da Petrobras, com o apoio institucional da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo, da Cesan, da Secretaria de Cultura da Universidade Federal do Espírito Santo, do Banestes e do Canal Brasil, e com o apoio da Rede Gazeta, da Prefeitura de Vitória, ArcelorMittal, da Academia Internacional de Cinema, da CiaRio, da Mistika e da Link Digital.
SERVIÇO:
24º FESTIVAL DE CINEMA DE VITÓRIA
De 11 a 16 de setembro
Teatro Carlos Gomes
Entrada gratuita

18º FESTIVALZINHO DE CINEMA DE VITÓRIA
Dias 11, 12 e 13 de setembro, às 9h e às 14h

Lista dos filmes selecionados:
A PISCINA DE CAÍQUE (FIC, 15’, GO), de Raphael Gustavo da Silva. Sonhando em ter uma piscina, Caíque e seu amigo inseparável se divertem escorregando no chão molhado e ensaboado da área de serviço. Por causa do desperdício de água, Caíque acaba criando problemas com sua mãe.

A ORELHA ENCANTADA OU ALMA DE GATO (ANI, 9’, PE), de Paulo Leonardo Fialho. Eram os netinhos que aguardavam impacientes para ouvirem as estórias de reinos encantados que aquela adorável velhinha lhes contava sempre. Eu também estava ali, bebendo-lhe as palavras, para hoje repeti-las aos meus filhos e amanhã aos meus netinhos, talvez... E era assim que ela contava.

BRAÇOS ABERTOS (FIC, 9’, RJ), de Monique Lima. Marquinhos um menino com Síndrome de Down, sempre sufocado pela sua mãe, nunca teve vontade de sorrir, sua vida é chata. Ele gosta de ficar sempre sozinho. Num dia indo ao novo terapeuta, Marquinhos vê um dançarino de rua e se encanta. Sua mãe o reprime, por zelo e o afasta do dançarino,  impaciente, Marquinhos foge de casa enquanto sua mãe está dormindo. Nessa fuga, Marquinhos é levado a um mundo de liberdade e magia após reencontrar o dançarino, que o ajudará a viver uma vida normal e feliz.

COMO ERA GOSTOSO MEU PRÍNCIPE (FIC, 5’, MG), de Fernanda de Paula. Fábula de uma princesa independente e autoconfiante que, enquanto passeava por um lago, encontra uma rã. Esta diz ter sido enfeitiçada por uma bruxa e que voltará a ser um príncipe com um beijo da princesa, e lhe faz uma proposta supermachista. Ao final, a descolada princesa se esquiva da proposta do “príncipe" de uma maneira engraçada e inesperada, porém, determinante.

LUIZ (FIC, 16’, SP), de Alexandre Estevanato. Luiz é uma daquelas doces crianças que têm olhos de ver. Vê pureza, vê bondade, vê o mundo com inocência, vê até um amigo imaginário! Junte-se a eles nesta delicada aventura e descubra o que há de bom na vida. E você, tem olhos de criança?

METAL ARMORIAL (ANI, 6’, PB), de Minna Miná e Beethowen Souza. Um jovem aventureiro vaga com sua mula por terras secas e misteriosas do Cariri paraibano de volta à sua amada camponesa. Em um caminho traiçoeiro e cheio de perigos, ele se vê perdido diante uma bifurcação. É preciso escolher entre o canto sedutor da sereia e o caminho que o levará à dura vida no campo com sua amada.

O BAGRE DE BOLAS (ANI, 5’, GO), de Luiz Botosso e Thiago Veiga. Um bagre esfomeado confunde uma bola de basquete infantil que se encontrava boiando no rio com sua refeição e tenta comê-la. Esta acaba presa em sua boca impossibilitando o bagre, além de voltar a se alimentar normalmente, de permanecer debaixo d´água.

PAGLIA CITY - BEM ME QUER (FIC, 5’, SP), de Pietro Cersosimo. O destino romântico de um palhaço.

PESSOAS MORTAS NÃO PRECISAM DE BATERIA (ANI, 2’, PR), de Almir Correia. Homem visita uma jovem enterrada no cemitério. Mal sabe ele o que acontece no mundo dos mortos.

PRA BOM ENTENDEDOR MEIA PALAVRA BESTA (ANI, 1’, PE), de Wayner Tristão. Quem conhece provérbios má pessoa não é.

SAI DA FRENTE! (ANI, 2’, SP), de Artur Bryk. Era mais um dia normal na rotina de George. No meio do seu caminho se depara com Dona Filó, uma velhinha toda arrumadinha, corcundinha, com sua bengala, tomando toda calçada, andando com muita dificuldade impedindo seu caminho. Como será que George vai sair dessa?

VICTOR (ANI, 1’, ES), de Darcy Alcantara, Felipe Gaze e Wolmyr Alcantara. Os pingos da chuva parecem não incomodar um estranho homem e seu surrão quando esses atravessam na madrugada a fachada de um cemitério na alameda mal iluminada. Enquanto o carro policial ronda a esquina, o misterioso sujeito, cuja face permanece oculta na névoa densa, aperta o passo até chegar num pequeno cômodo onde dedica o restante da madrugada ao seu enigmático projeto.

Tecnologia do Blogger.