Câncer tem cura. Previna-se

Natiruts lança o álbum “Índigo Cristal” em Vitória

A banda brasiliense desembarca no dia 11 de novembro, sábado, na Área Verde do Álvares Cabral, para show de lançamento de seu sétimo disco de estúdio

Emanar boas energias, elevar o astral, cantar a positividade e propagar o amor. Essa é a missão do Natiruts, banda brasiliense que desembarca em Vitória no dia 11 de novembro, sábado, para o show de lançamento do álbum “Índigo Cristal”, o sétimo da carreira. A festa na Área Verde do Álvares Cabral terá ainda a participação da banda Digitaldubs e do cantor BNegão.

Sobre o álbum “Índigo Cristal”

Gravado e produzido no Cerrado - o habitat natural do Natiruts -, o disco “Índigo Cristal” é a síntese da retórica atual da banda brasiliense. Suas 11 faixas inéditas reforçam que o amor e a compaixão são pilares fundamentais para o bem-estar social e explanam o poder da positividade para seguir em frente em meio ao caos.

O aguardado álbum - cuja capa é estampada pela modelo brasileira Mahany Pery – foi lançado nacionalmente em agosto deste ano, em parceria com a gravadora Sony Music. Produzido pelo próprio Alexandre Carlo, “Índigo Cristal” mantém o DNA dos meninos que tocam reggae e MPB desde 1996, mas conta com boas novidades.
Entre os singles do álbum, títulos como “Sol do Meu Amanhecer”, “Na Positiva”, “Caminhando Eu Vou” e “Índigo Cristal”, que refletem bem as intenções do Natiruts e a mensagem que desejam levar aos fãs da banda.

O índigo atua na introspecção e na maturidade e é o cristal que pode ajudar a encontrar o caminho para um plano mais alto de consciência.



Como tudo começou

Antes de rodar pelo Brasil, a nova turnê do Natiruts desbravou a América Latina. O start foi dado em Santiago, no Chile, percorrendo ainda outros países como Uruguai, Argentina, México e Paraguai.

“Interessante que, aqui no Brasil, somos vistos como banda de reggae. Fora do país, somos vistos como uma banda essencialmente de música brasileira, com sonoridade reggae. Até porque a gente não faz o reggae jamaicano, não é a proposta da banda. E quando acabamos fazendo do jeito brasileiro de ser, somos vistos nesses países como música popular brasileira”, aponta Alexandre Carlo.
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