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Várias mãos trabalhando juntas para construir um futuro melhor. É com esse objetivo que a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesp) vem desenvolvendo o projeto ‘Capacitar para Transformar’.
A ação – que conta com a parceria da Escola de Serviço Público do Espírito Santo (Esesp) – é dividida em três etapas. Na primeira, ocorre a formação de lideranças comunitárias. Na segunda, é a vez dos agentes de segurança pública ocuparem a sala de aula.
A terceira fase é focada na integração e aproximação entre esses dois públicos, que debaterão e trabalharão de forma articulada para propor sugestões de melhorias. O projeto é estruturado no formato de oficinas participativas.

Primeira etapa
A primeira etapa foi iniciada no mês de abril, tendo como primeiro espaço de atuação o município de Serra, onde lideranças comunitárias e conselheiros de segurança têm se reunido semanalmente para dar sequência às atividades.
Até o momento, três das cinco oficinas previstas pelo ‘Capacitar para Transformar’ já foram realizadas, abordando temas como “O que podemos fazer juntos pela Segurança Pública?”, “Diálogos de Três” e “MobilizAÇÃO”.
A programação conta, ainda, com outros dois momentos. A quarta oficina vai trazer uma discussão sobre as maneiras de lidar com os conflitos nas comunidades; a última delas convidará os participar para colocarem a “Mão na Massa”.
O momento visa ao envolvimento das comunidades nas decisões sobre segurança, ampliando o espaço de participação social na construção de políticas públicas. Ele é conduzido pelas docentes Marizinha Coqueiro, Margarida Eugênia, Danielle Laudino e Karina Uchôa.
Segundo a subsecretária de Integração Institucional da Sesp, Gracimeri Gaviorno, o ‘Capacitar para Transformar’ vai permitir que o desenvolvimento e aplicação das estratégias de segurança pública sejam mais eficazes e reflitam os anseios dos principais interessados.
“A Secretaria pode escolher criar estratégias de enfrentamento à violência apenas com sua equipe ou pode envolver e estabelecer um diálogo com aqueles que mais vivenciam essa realidade, trabalhando muito melhor com as prioridades. Nossa escolha está na segunda opção”, apontou.

Para a diretora-presidente da Esesp, Dângela Bertoldi Volkers, levar essas lideranças para um espaço de aprendizagem é fundamental para garantir um diálogo coerente e efetivo sobre o tema.
“Precisamos enxergar o conhecimento como um ingrediente fundamental para transformar a realidade. Isso permite criar uma discussão mais democrática e trazer os assuntos pertinentes, colocando cada um dos envolvidos como protagonista desta história”, disse Dângela.
Espaço de diálogo
O projeto “Capacitar para Transformar” foi desenvolvido pela Sesp, por meio da Gerência de Integração Comunitária, em parceria com a Esesp, visando à promoção de um novo espaço de diálogo entre a Secretaria e as comunidades.
Além disso, os encontros também levam novos conhecimentos ao público presente por meio de uma didática compartilhada e dinâmica, estimulando a busca conjunta de soluções e mostrando como cada pessoa pode assumir o papel de agente de mudança da realidade.
Esta é a primeira etapa do projeto, que está divido em três momentos. A próxima fase prevê a participação de agentes de segurança. Já a terceira etapa prevê uma formação conjunta entre a sociedade e os agentes de segurança.
A previsão é que o próximo município a contar com as ações do projeto seja Vila Velha, com agenda a ser divulgada.
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