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Os vereadores Alexandre Manhães (PMDB), Romildo Broetto (PV), Mônica Cordeiro (PDT), Carlinhos do Josiel (PP), Toni Loureiro (PP), Dileuza Del Caro (PSB) e Lula (PRTB) protocolaram, nesta quinta-feira (03), pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal para investigar suspeitas de irregularidade na contratação da empresa S.A Serviços de Limpeza e Soluções Ambientais EIRELI encarregada da prestação de serviços de limpeza pública no município.

Eles justificaram a abertura da CPI “para apuração de suposta fraude na dispensa de licitação e contratação emergencial” da empresa, “com base no procedimento de investigação 2017.0005.7619-98” que está em curso no Ministério Público de Aracruz.

De acordo com os vereadores, a contratação da empresa foi realizada no início do ano e o prazo para as investigações da CPI é de 90 dias, podendo ser prorrogado.

O vereador Romildo Broetto, que assinou o documento, afirmou que a casa solicitou as denúncias ao MP e, a partir da análise do documento, chegaram à conclusão da necessidade de abertura da CPI para averiguar as eventuais irregularidades. “A função do vereador é fiscalizar. Se há uma suposta irregularidade, é nosso trabalho apurar e constatar. Se tem suspeita, é a investigação na CPI que vai confirmar ou não”, justificou Broetto.

Na segunda-feira (07), a abertura da CPI será voltada na plenária. “E vamos decidir quais vereadores irão compor a CPI”, afirmou Broetto.

Em 2011, quando o atual prefeito Jones Cavaglieri (SD) era vice do Dr. Ademar Devens (PMDB), uma CPI do Lixo culminou na prisão de vereadores e em afastamento do prefeito do cargo. “Não estamos analisando a pessoa do prefeito, mas sim o contrato, se existe irregularidade ou não.  Nosso papel é fiscalizar”, garantiu.
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