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O Centro de Hemodiálise funcionará no CEMA, no prédio da Unidade de Saúde Básica de Guaximdiba
A ordem de serviço para o início das obras de reforma e implantação de Centro de Hemodiálise, no Centro de Especialidades Médicas de Aracruz (CEMA) deverá acontecer na primeira quinzena de janeiro, de acordo com a Secretaria de Obras (SEMOB). A clínica de Hemodiálise é resultado de uma emenda parlamentar com contrapartida da Prefeitura de Aracruz.
Para reforma do prédio serão investidos R$ 947 mil e para aquisição dos equipamentos R$ 1.399.309,00. As obras devem ser executadas num período de oito meses e após a entrega dos serviços o local será equipado e também será contratada a equipe profissional especializada.
Com a entrada em operação da clínica, que contará com 12 cadeiras de hemodiálise, o local terá capacidade para atender 36 pacientes por dia e cerca de 52 pacientes renais de Aracruz deixarão de viajar para municípios de Linhares, Colatina e Vitória, para realizar a hemodiálise, procedimento muito desgastante, já que cada sessão – podem ser até três vezes por semana – chega a durar 4h horas. Com a inauguração da clínica, pacientes de outras cidades do entorno também passarão a ser atendidos, já que há carência de clínicas de hemodiálise na região. A capacidade total de atendimento é 72 pacientes mensalmente  e serão realizadas 1080 sessões/mês.
Segundo o prefeito de Aracruz, Jones Cavaglieri, o serviço oferecido no município vai facilitar a vida dos pacientes e acabar com a necessidade de transferência das pessoas que precisam deste tipo de tratamento, já que atualmente, os pacientes se deslocam para outros centros de saúde em busca do tratamento. “Graças a esta iniciativa, pacientes fragilizados pela doença, que percorrem quilômetros para serem atendidos em outros municípios, vão contar com serviço de nefrologia em Aracruz. Encurtando distâncias e oferecendo o que há de melhor em saúde, podemos melhorar a qualidade de vida da população. Já é uma esperança melhor porque deixa de ter o desgaste da viagem. Fica somente a hemodiálise, que já não é fácil”, concluiu.
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