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O consumidor que for às compras em busca de material escolar precisa ficar atento e pesquisar o melhor preço. Isso porque a variação entre uma papelaria e outra em Vitória pode chegar a 300%. Foi o que constatou um levantamento realizado pelo Procon Municipal em estabelecimentos da capital.
Um exemplo disso é o preço da borracha branca, que é comercializada entre R$ 0,50 e R$ 2. Outros produtos da lista também chegam a custar mais que o dobro do preço, como o apontador simples de plástico. Em uma papelaria, custa R$ 0,29 e, em outra, R$ 0,80.
Se os pais ou responsáveis pelos alunos forem colocar a diferença na ponta do lápis, a lista de material escolar pode pesar no bolso. Para não comprometer o orçamento, é preciso fazer a lição de casa na hora de escolher.
É o que aconselha a gerente do Procon Municipal de Vitória, Hérica Correa. Ela reforça a orientação de que, nessa hora, a principal dica é pesquisar. Para ajudar os consumidores nessa missão, o órgão fez uma pesquisa em papelarias de Vitória entre os dias 12 e 17 de janeiro.
"O consumidor precisa ficar atendo e aproveitar esse período que antecede a volta às aulas para pesquisar. Quando ele deixa para comprar em cima da hora acaba não tendo opção de escolha e ainda não consegue comparar os valores", disse.
Outra dica importante é reunir pais na escola para comprar a lista em grupo. "Com isso, é possível conseguir melhor preço no atacado e um alívio no bolso", recomenda Hérica.

Produtos de uso coletivo


Material Escolar, horizontalizado
Pais e responsáveis devem consultar o levantamento do Procon antes de ir às compras dos itens
Em 2013, foi aprovada pelo Congresso Nacional a lei nº 12.886, que proíbe que produtos de uso coletivo, como de limpeza e higiene, sejam incluídos na lista de material escolar. Caso conste essa cláusula no contrato firmado entre a escola e os pais, ela será considerada nula, isentando-os dessa obrigação.
Além disso, as escolas não podem criar taxas específicas de material escolar para compensar os gastos com esses materiais. Se isso estiver acontecendo, a orientação é procurar o Procon Municipal e efetuar a denúncia para que sejam adotadas as providências administrativas.

Reclamações

Em caso de problemas, o consumidor pode recorrer aos órgãos de defesa, como o Procon de Vitória, por meio do Fala Vitória 156 ou do aplicativo Procon Vitória. Também é possível fazer o agendamento online para atendimento no órgão, que fica na Casa do Cidadão, em Itararé.
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