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A vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) executada à tiros em uma suposta tentativa de assalto no Estácio calada era uma poeta, não sabemos ao certo para quem, mas sabemos por quê, e este por quê levou não a quinta vereadora carioca eleita com mais votos na última eleição a execução, mas a pessoa Marielle Franco, a socióloga, a defensora das minorias e dos direitos humanos, principalmente o de ir e vir. Lutando por todos e todas, bandido ou fardado, fardado ou bandido, e até mesmo bandido fardado, Marielle Franco atuou de forma precisa na defesa do direitos humanos até os últimos momentos em que cumularam a sua morte, não na defesa dos maldosos que assolam dia após dia o seu Rio de Janeiro, Marielle como todo e qualquer defensor dos direitos humanos lutava por apenas um ideal, o de que todos tinham de ser respeitados e assegurados pelos tais direitos e ter o tratamento mais humanizado possível, acreditando no SER HUMANO, em uma segunda, terceira ou quarta oportunidade.

(Divulgação/Divulgação)

Não sabemos ao certo quem e o quê foi o pivô do homicídio que levou a tão jovem e com extensa ficha de projetos apresentados na câmara em nem tão meio mandato, Marielle Franco à execução, mas sabemos que o
s quais homicidas, mandantes e motivos queriam Marielle calada, pois para eles Marielle Franco calada era uma poeta.

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