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A Petrobras assinou nesta terça-feira (27/03) protocolo de intenções com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), para ampliação e modernização do Museu de Ciências da Terra (MCTer), no Rio de Janeiro (RJ). A parceria prevê a incorporação de acervos dedicados à história da exploração e produção de petróleo e gás no Brasil, além da construção de um Centro de Referência em Geociências, com a instalação de laboratórios de alta performance voltados para pesquisas geológicas e análises geoquímicas.

O acordo abrange, também, a revitalização do espaço físico que abrigará o Banco de Dados de Exploração e Produção da ANP (BDEP) – maior acervo do país de informações históricas sobre dados sísmicos das bacias terrestres e marítimas brasileiras – com a criação do Centro de Rochas e Fluidos. A cerimônia de assinatura do protocolo ocorreu em Brasília, no Ministério de Minas e Energia, com a presença do diretor-geral da ANP, Décio Odone, do diretor-presidente da CPRM, Esteves Colnago, do gerente geral de Exploração da Área Terrestre da Petrobras, Ricardo Pinheiro Machado, entre outros representantes do setor.

“Nosso objetivo é transformar o Museu de Ciências da Terra numa referência nacional. Vamos modernizar e reformar o espaço, trazendo um acervo riquíssimo que registrará mais de 60 anos das nossas atividades de exploração de petróleo e gás no Brasil”, afirmou a Diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes. “Além de mostrar ao público a história do petróleo no país, o espaço será equipado com um autêntico centro de pesquisas geológicas de classe mundial, dedicado à geração de conhecimento sobre o tema”, complementou.

Integrarão o acervo centenas de amostras de rochas representativas da geologia das bacias petrolíferas brasileiras, e compostos de petróleo coletados ao longo de mais de seis décadas de atuação da Petrobras, além de dados sísmicos e de interpretação que contam a trajetória das atividades geofísicas no país. A perspectiva é que o contrato definitivo de parceria seja assinado ainda este ano, com previsão de começo das obras em 2020.

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