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Com metodologia inovadora, a Qualify Vitória garante formação intensiva em inglês para quem busca aprender a ler, entender, escrever e falar o idioma em três meses
Ter domínio em outra língua é primordial para quem
busca se destacar no mercado de trabalho.


A fluência no idioma inglês é uma exigência cada vez maior para quem busca se diferenciar no mercado de trabalho. E a Qualify Vitória, uma franquia da Qualify English School, de São Paulo, chega com uma proposta diferenciada de ensino, intensivo e por imersão, para quem quer aprender a ler, entender, escrever e falar o idioma em um curto espaço de tempo.

Com uma metodologia diferenciada e uso de técnicas de neurolinguística, de memorização e estimulação dos dois hemisférios cerebrais, os alunos aprendem o novo idioma em três meses, começando do básico. Nas aulas, com até 10 pessoas por turma, todos usam o melhor material importado disponível no Brasil, produzidos pelas Universidades de Cambridge e Oxford. “Os motivos que levam as pessoas a se interessarem em aprender um novo idioma são diversos. Há aqueles que buscam melhores oportunidades no mercado, que vão fazer concurso, colaboradores de multinacionais, aqueles que têm viagem marcada para o exterior e por isso precisam falar o inglês em um curto espaço de tempo e também os que estão em busca de aperfeiçoamento”, declara Jones Vilela, um dos responsáveis pela franquia em Vitória.

Uma pesquisa encomendada pela empresa de recrutamento Hays, realizada junto a mais de três mil profissionais, aponta que encontrar profissionais com inglês fluente, principalmente na área comercial, é um requisito que tem demandado atenção das empresas. “As pessoas estão mais práticas, com tempo cada vez mais escasso, por isto a metodologia da Aprendizagem Acelerada é bem aceita. Oferecemos a solução definitiva para quem precisa falar inglês logo”, destaca Jones Vilela.

Mais de 10 mil alunos já foram formados desde a implantação da Qualify English School, em São Paulo, em 1999. “Ações como o apoio e acompanhamento personalizado e o uso de técnicas visuais, auditivas e cinestésicas (ação corporal) fazem toda a diferença no resultado final do nosso trabalho”, diz Jones Vilela.

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