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Quem estiver passando pelo local, neste domingo (20), poderá degustar diversos alimentos que não possuem contaminação do glúten

Ler rótulos. Essa é a especialidade de um celíaco que se esforça para seguir a restrição alimentar corretamente. E em muitos casos, a principal preocupação é com as consequências que a ingestão de alguma substância com glúten pode causar, como diarreia, anemia, perda de peso, osteoporose, câncer e até déficit de crescimento em crianças. Por todas as dificuldades que os portadores desta doença enfrentam, no próximo domingo, dia 20, a Associação dos Celíacos do Espírito Santo (Aceles) realizará uma ação gratuita na Praia de Camburi, em frente ao Hotel Aruan, de 9h as 13h, com orientações e dicas de alimentação para todos que passarem pelo local. Também haverá uma exposição de produtos sem glúten para degustação dos participantes da farmácia de manipulação Globo Fórmula.

Afinal, no dia a dia dessas pessoas, a vigilância para saber se um alimento possui glúten deve ser nos mínimos detalhes, até mesmo durante o preparo de todos os tipos de produto com a possibilidade de contaminação. A doença celíaca é uma reação exagerada do sistema imunológico ao glúten, proteína encontrada em cereais como o trigo, o centeio, a cevada e o malte. Ao ingerir estes itens, o corpo de quem tem o problema não consegue quebrar o glúten, já que não possui uma enzima responsável por isso. Como a proteína não é processada direito, o sistema imune reage ao acúmulo e ataca a mucosa do intestino delgado. Isso causa lesões e prejudica o funcionamento do órgão.

De acordo com a farmacêutica da Globo Fórmula, Luiza Scardua, há uma lei que determina um alerta no rótulo para todos os medicamentos com glúten. “Ele pode estar presente em qualquer medicamento manipulado, já que pode ser usado como excipiente para preencher o volume das cápsulas ou ainda como aditivo em outras formas farmacêuticas. Por isso, é preciso ficar sempre de olho nos rótulos antes de ingeri-los. E outra solução, no caso dos celíacos, é manipular os remédios usados para que não haja risco de contaminação até mesmo no manuseio do produto”, orienta a especialista, que também destaca uma oferta maior no mercado de alimentos sem glúten. “inclusive de doces, que sempre são a maior dificuldade para qualquer pessoa com restrição alimentar”, complementa.

Mercado crescente

Produtos da linha nutricional da
Globo Fórmula a base de cacau e whey
Um setor que tem passado longe da crise é o que trabalha com produtos alimentícios isentos de glúten. São pães, bolos, diferentes tipos de macarrão, biscoitos, cookies, massas prontas de pizza, torta e coxinhas congeladas, entre muitos outros. As opções têm sido cada vez maiores e que agradam ainda mais os pacientes sem ficar com o tão questionável “gosto de remédio”.

Segundo dados da consultoria internacional Euromonitor, o mercado do “glúten free” deve prosperar cerca de 32% até 2020. Atualmente, 55% dos consumidores celíacos gastam 30% ou mais do orçamento mensal com produtos sem glúten. E este mercado vem ganhando novos adeptos a cada dia, pessoas que não têm a doença, mas que sentem alguma influência do glúten na sua saúde.

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