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A greve dos caminhoneiros foi iniciada há oito dias e, mesmo com as medidas anunciadas pelo Governo Federal, buscando atender parte das reivindicações da categoria, continua na maior parte das unidades da federação do país. Ainda que encerrada, os reflexos da greve devem perdurar por mais alguns dias até o retorno da normalidade.


Impactos. A estimativa da Fecomércio-ES é que a queda no volume de vendas do comércio chegou a 60% em todo o Espírito Santo na primeira semana. Em números, o setor está deixando de faturar em torno de R$ 20 milhões por dia no Estado.

Os comerciantes já estão sentindo a diminuição das vendas devido à menor movimentação de pessoas, não só pelo problema da mobilidade, mas também pela insegurança gerada nesse ambiente de incertezas, levando o consumidor a investir apenas na compra do necessário. Os impactos atingem de formas diferentes os segmentos e as regiões do estado, mas acabam repercutindo não só para o empresário do comércio. Também atinge o vendedor, que ganha comissões, e o governo, que deixa de arrecadar impostos.

Segmentos. Primeiramente, os segmentos mais impactados são os de produtos mais perecíveis, de difícil estoque, como laticínios e vegetais, onde já estão sendo registrados relatos de desabastecimento. Mas à medida que a paralisação avança, todos os segmentos são atingidos negativamente pela falta de abastecimento de produtos e insumos.

Além disso, à véspera do Dia dos Namorados, considerada a terceira data comemorativa mais importante para as vendas do comércio, a greve poderá prejudicar a preparação dos estoques das lojas, embaraçando o recebimento de mercadorias e encomendas destinadas à data.

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