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LEIA APÓS O ANÚNCIO
Após matar duas crianças indefesas, ainda teve a cara de pau de subir em um púlpito de igreja para falar de Deus. Deus que é amor e que com certeza não compactua com essa monstruosidade. É difícil até de ouvir sobre o assunto, já que estamos falando de alguém que em primeiro lugar deveria dar o exemplo. Um pastor, que tem conhecimento do que significa o amor supremo.


O "tal" pastor George Alves, que friamente violentou, espancou e matou o próprio filho Joaquim e o enteado Kauã, na madrugada do dia 21 de abril. Inicialmente, o pastor George Alves, que estava sozinho em casa com os meninos, disse que eles morreram em um incêndio que atingiu apenas o quarto onde as vítimas dormiam. Na primeira entrevista à imprensa, ele chorou e disse que tentou salvar as crianças. Mas, segundo a polícia, a versão dele não estava de acordo com os fatos apurados durante as investigações.

Ele chorou?! Chorou pois, no mínimo já tinha ciência de que seu crime não ficaria encoberto. Crime perfeito não existe e mesmo se existisse, será que ao deitar a cabeça no travesseiro para dormir, os fantasmas dessas crianças não o assombrariam?

Não sei o que poderia ter motivado o crime. Desvio de conduta, o Diabo incorporado ou o simples fato de não ter caráter. O que posso dizer, é que esse crime deixou nossa sociedade chocada e desolada.

Que a justiça haja com todo o rigor que esse monstro merece e que console a mãe e os parentes dessas crianças. E parabéns a todos os envolvidos na elucidação desse crime bárbaro e hediondo.

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