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Os peritos que trabalham nos laboratórios da Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC) da Polícia Civil receberam, na manhã desta segunda-feira (30), a visita do vice-governador César Colnago e do secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social, Nylton Rodrigues.  Durante a visita, eles conheceram as condições de trabalho, as dependências e os laboratórios onde são realizadas as perícias e um pouco mais do trabalho técnico executado pelos peritos criminais oficiais.  
Na ocasião, o vice-governador e o secretário foram recebidos pelo delegado geral adjunto da Polícia Civil, Heli Schimittel, pelo diretor da Academia de Polícia (Acadepol), delegado Joel Lyrio, e pelo superintendente de Polícia Técnico-Científica, delegado Danilo Bahiense.  
“Reconhecemos a importância do trabalho realizado pelos peritos oficiais criminais e agradecemos todo esforço deles. Temos o compromisso de garantir, não apenas infraestrutura, mas também uma preparação de qualidade e uma formação contínua para esses profissionais", afirmou o vice-governador.
A visita teve início no Departamento Médico legal (DML), passando pelos laboratórios de Toxicologia, de DNA, de Química Legal e outros. O vice-governador e o secretário também percorreram toda a área do Departamento de Criminalística, conhecendo o trabalho das seções de Balística, Contabilidade e Fonética. No Departamento de Identificação tiveram a oportunidade de ver os trabalhos realizados pelos peritos que fazem a identificação criminal e civil no Estado.
Já o secretário de Segurança Pública disse que, além de conhecer a estrutura, também veio ouvir do superintendente e dos peritos quais são as demandas técnicas da SPTC. “Nosso objetivo é fortalecer, cada vez mais, as instituições que trabalham a Segurança Pública do Estado. E isso se dá por meio de investimentos em infraestrutura, inteligência e em polícia técnica-científica. Um serviço pericial bem estruturado fortalece a investigação e possibilita comprovar a autoria de crimes. Como resultado disso obtemos a diminuição da sensação de impunidade”, destacou Nylton.
Para o delegado geral adjunto, Heli Schimittel, é de suma importância ir aos locais de trabalho onde policiais e peritos vivem e convivem para, não só entender da atividade técnica, mas também perceber as necessidades diárias. “Para os gestores é essencial conhecer a realidade do funcionamento da SPTC, pois muitas vezes estamos com processos em nossas mesas que afetam o trabalho direto desses policiais. Ao ver de perto essa realidade podemos tomar decisões que melhoram a qualidade dos serviços prestados pela PCES”, ressaltou o delegado.

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