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O segmento de consórcios no país tem colhido os frutos da consolidação do modelo de negócios adotado pela modalidade nos últimos anos. Impulsionado pela facilidade de adquirir um bem e a não existência de juros em suas operações, o setor registra, a cada ano, cada vez mais evolução em seu desempenho comercial em todo o Brasil, conforme apontam números recentes divulgados pela Associação Brasileira das Administradoras de Consórcio, a Abac. 

De acordo com Robson Subtil de Amorim, Diretor da Regional II Sudeste da Abac e Diretor do Consórcio Viwa, os números do primeiro quadrimestre de 2018 registraram o melhor resultado do período nos últimos cinco anos. "Foram 788 mil cotas vendidas entre os meses de janeiro a abril deste ano, na somatória de todos os setores onde a modalidade está presente. Esse número é superior ao recorde anterior de 787,7 mil, registrado no primeiro quadrimestre de 2014", acrescenta Robson.  
  
Em comparação direta com o ano anterior, o recorde de adesões dos consórcios no país é ainda mais expressivo, pois representa uma alta de 8,3% aos 727,5 mil registrados no primeiro quadrimestre de 2017.  

Entre os principais destaques deste resultado recorde estão os veículos leves, que contemplam automóveis, caminhonetas e utilitários, com 364,8 mil cotas vendidas, 5,5% superior ao resultado do período de janeiro a abril de 2017. "Destaque também para as 76,5 mil novas cotas vendidas de imóveis, que foi um dos setores que mais cresceu dentro dos consórcios nos últimos anos”, conta Robson.   
  
Além de ser um resultado mais do que significativo para os consórcios no Brasil, o recorde de vendas no primeiro quadrimestre de 2018 é também um indicativo de boas notícias para a economia brasileira. Isso porque o desempenho comercial superior permitiu, também, uma alta na arrecadação, com um volume de créditos comercializados na ordem de R$ 30,47 bilhões, 5,9% superior aos R$ 28,78 bilhões do mesmo período de 2017.   
  
Ao relembrar que 2018 tem sido um ano atípico, face à realização da copa do mundo de futebol e às eleições, agravado por periódicas turbulências políticas e cambiais, Robson Subtil aponta que “o consumidor vem demonstrando maturidade quando se trata de suas finanças pessoais, um progresso que renova o consórcio como mecanismo de poupança com objetivo definido e na certeza da conquista de bons resultados no segmento, apoiada na essência da educação financeira”, finaliza.

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