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21 de setembro é o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. E a expectativa da Associação Internacional do Alzheimer é que, em 2030, 75 milhões de pessoas tenham a doença.

Ao sair do sedentarismo, idosos podem diminuir sintomas de predisposição à doença. 

Caracterizada como uma doença degenerativa, progressiva e irreversível, a doença de Alzheimer não tem cura, mas pode ser tratada a fim de amenizar os sintomas. O Alzheimer afeta a memória, fala e a noção de espaço e tempo do paciente podendo provocar apatia, delírios e, em alguns casos, comportamento agressivo. Um dos primeiros sintomas é a perda de memória para fatos recentes. 

O médico neurologista do Centro Médico Jardins, Raphael Doyle Maia, explica que a adoção de hábitos saudáveis pode ajudar a evitar o desenvolvimento da doença. “Está comprovado que uma boa alimentação, a prática regular de exercícios físicos e a manutenção de atividades intelectuais e sociais (ler, relacionar-se com outras pessoas, aprender novas tarefas) são capazes de minimizar as chances de contrair a doença de Alzheimer”.

Raphael ressalta também que o diagnóstico precoce permite um melhor planejamento terapêutico e melhora da qualidade de vida, por isso é importante que as pessoas não tenham medo de fazer os testes para a doença de Alzheimer. “Frequentemente, a busca por ajuda acontece quando a doença já está avançada. É muito comum, por exemplo, achar que o esquecimento é normal da idade ou do envelhecimento. Não é!”

Como ainda não há cura para o Alzheimer, o neurologista avalia que o maior desafio é descobrir tratamentos ainda mais eficazes ou que permitam curar a doença. “Para as famílias, o impacto emocional, econômico e social comumente é traumático. Por essa razão, a adoção de políticas públicas direcionadas para os portadores da doença e para os familiares e cuidadores é fundamental”.

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