Leia após a publicidade

Cristiane Ribeiro, Radioagência Nacional.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, rebateu as críticas de entidades de delegados do Rio de Janeiro contra a abertura de investigação paralela da Polícia Federal (PF), sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco, do PSOL, e de seu motorista, Anderson Gomes. O crime aconteceu em março deste ano e ainda não foi esclarecido.

Em nota divulgada no início da noite dessa sexta-feira (2), o ministro afirmou que não identificou os agentes públicos que poderiam estar envolvidos com uma possível rede de proteção a criminosos.

Jungmann disse que a medida não configura a federalização das investigações dos assassinatos da vereadora e do motorista, que continuam a cargo das autoridades policiais estaduais.

Na quinta -feira (1º), Raul Jungmann informou que o Ministério Público Federal (MPF) obteve dois depoimentos com denúncias de que uma organização criminosa teria atuado para desviar as investigações e dificultar a identificação dos autores e dos mandantes do assassinato.

Em nota divulgada nessa sexta -feira, o Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Rio e a Associação dos Delegados de Polícia, também do Rio, lamentaram as declarações de Jungmann.

De acordo com a nota das duas entidades, a denúncia que chegou ao Ministério Público Federal foi feita por um miliciano homicida desacompanhada de qualquer outro elemento de prova que pudesse ratificar suas declarações.

Nenhum comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.

Tecnologia do Blogger.