Deve-se oferecer uma quantidade de líquidos equivalente a 2 litros
por dia, na forma de água, chás, sucos, vitaminas etc.
As altas temperaturas registradas no verão podem trazer complicações à saúde, principalmente à dos idosos. Um estudo recente desenvolvido por especialistas que pesquisam os efeitos das mudanças climáticas revelou que os idosos são mais vulneráveis ao calor excessivo.

Desidratação, insuficiência renal, desmaios e aumento do índice de infecções urinárias são alguns problemas que podem atingir pessoas de idade mais avançada na alta estação.

O médico geriatra Gustavo Genelhu explicou que, com o envelhecimento, ocorrem mudanças nos mecanismos de autorregulação da temperatura do organismo e na percepção da sede. Ou seja, sentem menos sede.

"A percepção de calor fica alterada. Podem sentir frio mesmo expostos a temperaturas elevadas e, com isso, usam roupas mais grossas, comprometendo a hidratação do organismo. Como ficam mais cobertos, perdem menos calor, bebem menos água e às vezes usam medicações que aumentam a diurese. O resultado final é a desidratação", explicou o especialista.

Genelhu destacou que é importante que o idoso consulte com seu geriatra para receber recomendações individualizadas, que variam de acordo com o quadro de saúde de cada paciente.

"Em regra geral deve-se aumentar a ingesta de água, mesmo sem sentir sede, usar roupas mais leves, evitar exposição ao sol em horários de pico de temperatura", orientou o médico.

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