Exames de PET/CT e SPECT cerebral podem contribuir identificar condição em estágio inicial
Foto: Vida e Ação.
O Alzheimer é uma doença degenerativa que atinge as funções cognitivas, como a memória e a fala, podendo evoluir para demência. De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAZ), aproximadamente de 1,2 milhão de brasileiros têm a doença e até 2050 serão cerca de 5 milhões de diagnósticos do quadro. Em fevereiro, a campanha Fevereiro Roxo alerta para o diagnóstico e o cuidado com esta doença.

A condição, cuja principal característica é a perda progressiva de memória, merece muita atenção, tanto na prevenção quanto no tratamento, que deve ser iniciado o quanto antes. Para isso, existem exames de Medicina Nuclear que possibilitam o diagnóstico específico da doença, ainda que ela esteja no processo inicial.

As imagens obtidas por meio dos equipamentos PET/CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons e Tomografia Computadorizada), que analisa se o metabolismo cerebral está preservado por meio da marcação da glicose com flúor-18, e SPECT (Cintilografia Tridimensional e Tomografia Computadorizada) Cerebral, que verifica a perfusão, possibilitam o diagnóstico específico da doença, ainda que ela esteja no processo inicial.

“Os exames de Medicina Nuclear analisam o funcionamento das células e, portanto, conseguem detectar alterações mais precoces e extensas do que os métodos tradicionais, como tomografia e ressonância magnética”, explica o médico nuclear e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, George Barberio Coura Filho – responsável clínico da Dimen SP (www.dimen.com.br). “Assim fica mais fácil adequar o melhor tratamento e garantir maior qualidade de vida aos pacientes acometidos com mal de Alzheimer”, finaliza.

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